Conferencistas
André Conforte
É bacharel e licenciado em Letras (português/alemão) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004), mestre em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2007), tendo defendido a dissertação As metalinguagens do samba, e doutor em Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011), tendo defendido a tese A esfinge clara em prosa moderna: a contribuição de Othon M. Garcia aos estudos linguísticos, textuais e literários. Atualmente é professor da graduação, categoria adjunto, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Realizou estágio de pós-doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2019, tendo como tema de pesquisa as interações musicais entre Brasil e Portugal no contexto da Lusofonia. Atua principalmente na área de estudos intersemióticos sobre o gênero letra de canção e também na área de análise estilística. É coautor, com João Baptista M. Vargens, de Martinho da Vila: tradição e renovação (Ed. Almádena, 2011).
Carlos Henrique Fonseca
Possui Licenciatura em Letras: Português-Literaturas (2017) pela Faculdade de Letras da UFRJ, Mestrado em Letras Vernáculas (Literaturas Portuguesa e Africanas) pelo PPGLEV-UFRJ (2020) e Doutorado em Letras Vernáculas (Literaturas Portuguesa e Africanas) também pelo PPGLEV-UFRJ (2022). Desde a iniciação científica (2014-2016, com bolsa concedida pelo CNPq), dedica-se ao estudo da obra de Hélia Correia, resultando em uma dissertação cujo corpus privilegiado foi o romance A Casa Eterna (1991) e em uma tese que teve por interesse estudar as travessias na novelística da autora. Tem interesse, sobretudo, nas relações entre Literatura, História e Memória e nos seguintes temas: literatura portuguesa dos séculos XX e XXI; diálogos entre as Literaturas de Língua Portuguesa; intertextualidades; deslocamentos e travessias; escritas em feminino; formação do leitor literário e ensino de literatura. Atualmente, é Professor Adjunto de Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (UERJ). Coordena, com a professora Madalena Vaz-Pinto o projeto on line “O Real vai à Escola”, sediado no PPLB/RGPL.
Carmem Negreiros
Professora Associada de Teoria Literária do Instituto de Letras da UERJ. Pesquisadora do CNPq, Procientista UERJ/Faperj e Cientista de Nosso Estado/FAPERJ 2021-2024. Possui doutorado e mestrado em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998, 1995). Realizou estágio de pós-doutorado na FFLCH da USP em 2013. Lidera o Grupo de Pesquisa CNPq Estudos de literatura e cultura da Belle Époque,LABELLE, e coordena o Laboratório, de mesmo nome, sediado no Departamento de Literatura Brasileira e Teoria Literária do Instituto de Letras, UERJ. Atua na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária e Literatura Brasileira, principalmente com pesquisas sobre a vida literária e cultural do início do século XX. Tem livros organizados e coorganizados, capítulos de livros, diversos artigos publicados em periódicos especializados e trabalhos em anais de congressos. Os termos mais frequentes na contextualização de sua produção científica são: Lima Barreto, romance, memória, paisagem e literatura brasileira das primeiras décadas do século XX.
Eliana Alves Cruz
Nascida no Rio de Janeiro, Eliana Alves Cruz é escritora e jornalista. O seu romance de estreia, Água de Barrela, ganhou o prémio literário Silveira Oliveira, promovido pela Fundação Palmares, em 2015. É ainda autora dos livros O crime do cais do Valongo (2018) e Nada digo de ti, que em ti não veja (2020). Eliana Alves Cruz é também autora do blog www.flordacor.blogspot.com com textos voltados para a apreciação do trabalho de mulheres negras brasileiras em diversos campos de atuação. Com quatro romances publicados entre 2016 e 2022, além de um livro de contos, e mais dois dedicados a leitoras e leitores iniciantes, além da participação em antologias, Eliana Alves Cruz desponta como grande revelação da literatura afro-brasileira contemporânea. E uma das provas mais evidentes desta afirmação está na conquista do primeiro lugar no Prêmio Jabuti 2022, categoria Conto, com o volume A vestida.
Germana Sales
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Jerónimo Pizarro
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Jorge Vicente Valentim
Professor Titular de Literaturas de Língua Portuguesa (Literatura Portuguesa e Literaturas Africanas de Língua Portuguesa) do Departamento de Letras da UFSCar, com apresentação e defesa de tese: A “prateleira hipotética”: seis propostas da novíssima ficção portuguesa para o atual milênio (2000-2022). Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq. Possui Graduação em Letras (1990), em Música (1999) e Licenciatura Plena em Letras (1991) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em nível de Pós-Graduação, possui Mestrado em Letras (Literatura Portuguesa, 1996) e Doutorado em Letras (Literatura Portuguesa, 2004) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem Pós-Doutorado em Estudos Ruianos (com bolsa FAPERJ, 2006) e em Literatura Portuguesa (com bolsa Sênior CAPES, 2013). Atuou em Cargos Administrativos: Chefe (2010-2011) e Vice-Chefe (2011-2012) do Departamento de Letras; Vice-Coordenador (2013-2015) e Coordenador (2015-2016) do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura (PPGLit/CECH) da UFSCar. É Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), além de atuar como Colaborador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP/Araraquara). Foi Vice-Presidente da Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP), na gestão 2016-2017 e ocupou a Presidência da mesma associação na gestão 2022-2023. Atua principalmente nos seguintes temas: literatura portuguesa, estudos literários, literatura, gênero e homoerotismo, literaturas africanas de língua portuguesa e estudos interartes.
Lilia Schwarcz
Lilia Moritz Schwarcz é professora sênior do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo e Global Scholar (de 2008 até 2018) e atualmente Visiting Professor em Princeton. Publicou mais de 30 livros, vários deles vertidos para outros idiomas, como: Retrato em branco e negro (1987); Espetáculo das raças (1993. Prêmio APCA); As Barbas do Imperador (1998, Prêmio Jabuti livro do ano e Farrar Strauss & Girroux 2000); A longa viagem da biblioteca dos reis (2002. Prêmio IHGB); O sol do Brasil (2008, Prêmio Jabuti); Brasil uma biografia (com Heloisa Starling, 2015, finalista Prêmio Jabuti); Um enigma chamado Brasil (com André Botelho, 2010. Prêmio Jabuti); A batalha do Avaí (2013, prêmio Academia Brasileira de Letras), Dicionário da escravidão e da Liberdade (com Flavio Gomes, 2018, finalista Jabuti); Lima Barreto triste visionário (2018, prêmio Biblioteca Nacional, prêmio Anpocs, finalista Jabuti); Sobre o autoritarismo no Brasil (2019, finalista Jabuti), Bailarina da morte: a gripe espanhola de 1918 (com Heloisa Starling, 2020, finalista Jabuti), Enciclopédia Negra (com Flávio Gomes e Jaime Lauriano, 2021, Prêmio Jabuti); O sequestro da independência (2022, com Lúcia Stumpf e Carlos Lima), Óculos de cor: enxergar e não ver (2022, prêmio Jabuti). Foi organizadora da coleção História da vida privada, e da coleção Mapfre de história do Brasil. Publicou com Heloísa Starling Três vezes Brasil: Alberto da Costa e Silva, Evaldo Cabral de Mello, José Murilo de Carvalho (2019). Foi curadora de algumas exposições como: A longa viagem da biblioteca dos reis (2006), Nicolas-Antoine Taunay: uma tradução francesa dos trópicos (2008), Uma história do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte), Histórias mestiças (2014, São Paulo), Histórias da infância (2016, São Paulo), Histórias afro-atlânticas (2018, São Paulo, Washington, Los Angeles, Houston), Histórias das Mulheres (2019, São Paulo), Enciclopédia Negra (2021 e 2022, SP e Rio), Dalton Paula, Retratos brasileiros (São Paulo, 2022), O retrato do Brasil é preto: a obra de O Bastardo (MAR, 2023), Brasil futuro as formas da democracia (Brasília, Belém, Salvador, Rio de Janeiro, 2023). Teve bolsa da Guggenheim Foundation (2006/ 2007), da John Carter Brown Library (2007) e recebeu o prêmio de produção científica da Humbold Foundation (2022-23). Foi Professora Visitante nas Universidades de Oxford, Leiden, Ècole des Hautes Études, Brown, Frei Universitat e Tinker Professor na Columbia University (2008). Integra a Academia Brasileira de Letras desde 2024.
Madalena Vaz Pinto
É professora adjunta de Literatura Portuguesa na Faculdade de Formação de Professores – FFP -UERJ. Tem licenciatura em Português-Inglês pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1988), mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1998), e doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2007). Foi professora dos cursos de Graduação em Letras e Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Foi bolsista recém-doutor da FAPERJ, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Portuguesa, principalmente em prosa, moderna e contemporânea. Integra o quadro permanente do Programa de Pós-Graduação (stricto sensu) do Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS-UERJ-FFP).Integra o quadro permanente do Programa de Pós-Graduação (stricto sensu) em Letras e Linguística (PPLIN-UERJ-FFP). É membro do Real Gabinete Português de Leitura e editora adjunta da revista Convergência Lusíada da mesma instituição.
Marcello Tomé
Professor Titular (Catedrático/Full Professor) do Departamento de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF). Coordenador e docente do Programa de Pós-graduação em Turismo (Mestrado) da UFF. Leciona no Bacharelado em Turismo e no Curso Superior de Tecnologia em Hotelaria da UFF. É bacharel e licenciado em Geografia (UFF), Pós-graduado (lato sensu) em Planejamento Ambiental-Educação Ambiental (UFF), Mestre em Geografia Humana – ênfase em Geografia do Turismo (USP), Doutor em Geografia – Ordenamento Territorial Urbano-Regional (UFF). Estágio pós-doutoral na Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales da Universidad de Málaga, Espanha (bolsa de estágio pós-doutoral pela CAPES). Foi professor visitante Universitat de Girona (Catalunha/Espanha) com Bolsa de Mobilidade Acadêmica para Docentes do Programa ERASMUS +KA107. Ministrou palestras na Sorbonne Université (Paris, França), Universitat de Girona (Catalunha, Espanha), Universidade de Aveiro e Universidade de Trás-os Montes e Alto Douro (Portugal), Universidad de Guadalajara (México), entre outras. Autor de livros e capítulos de livros nacionais e internacionais. Autor de artigos em periódicos científicos nacionais e internacionais. Integra os seguintes grupos de pesquisa do Diretório CNPq: DISTURB (Fatores Restritivos para o Turismo); TerroirTur. Área de Atuação em Pesquisa e Docência: Turismo e Segurança Pública – Turismo, Medo e Violência – Turismo e Acessibilidade – Turismo em Espaço Urbano – Turismo e Meio Ambiente – Espaço Turístico do Rio de Janeiro e Brasileiro.
Paulo Cesar de Oliveira
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Paulo Knauss
Doutor em História (UFF, 1998), tendo realizado pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França (2006). É professor do departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde atua nos Programas de Pós-Graduação em História e em Ensino de História, além de ser professor colaborador no Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos de Arte. É sócio titular e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro (IHGRJ), sócio-correspondente de outras entidades congêneres, incluindo a Academia Portuguesa e História, além de membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA). Desenvolve pesquisas sobre as relações entre Arte, Imagem e Cultura Visual, bem como, História, Memória e Patrimônio Cultural. Integra os Grupos de Pesquisa inscritos no CNPq: Laboratório de História Oral e Imagem – UFF; Gênese Documental Arquivística – UFF; Grupo de Estudos de Arte Pública Brasil – Unicamp. No campo da gestão cultural foi diretor do Museu Histórico Nacional (MHN), de 2015 a 2020; e diretor-geral do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), entre 20017 e 2014. Foi membro do Conselho Nacional de Política Cultural (2008-2009) e do Conselho Nacional de Arquivos (2007-2010). Atualmente, integra o Conselho Estadual de Tombamento (CET-RJ). Foi agraciado, em 2024, com a Medalha Rui Barbosa. É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior, sendo mais recentemente co-autor do livro “Cores da paisagem – Nápoles-Rio no olhar de artistas italianos” (IIC, 2023). É curador do Museu do IHGB e realiza ainda curadoria de exposições, sendo a mais recente produção “Eckhout: trânsitos do olhar” (Museu IHGB – agosto de 2024 a maio de 2025).
Paulo Sales
Doutorou-se em Estudos Literários pela Universidade Federal de Goiás (2010-2014). Realizou o primeiro estágio Pós-Doutoral também na Universidade Federal de Goiás (2017-2018), sob supervisão da Profa. Zênia de Faria. Realizou o segundo Estágio Pós-Doutoral no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura, na Universidade Federal Fluminense (UFF) (2021-2023), sob supervisão da Profa. Ida Alves e sob co-supervisão da Profa. Celia Pedrosa. É Professor de Linguagens/Literaturas de Língua Portuguesa (Brasileira e Portuguesa) no Instituto Federal Goiano, Campus Hidrolândia, Goiás, Brasil, e no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu (POSLLI) em Língua, Literatura e Interculturalidade da Universidade Estadual de Goiás, Campus Cora Coralina, na Cidade de Goiás, Goiás, Brasil. Lidera, desde 2020, juntamente com o Prof. Flávio Pereira Camargo, da Universidade Federal de Goiás, o Grupo de Pesquisa “Estudos sobre a narrativa brasileira contemporânea”, com livros e dossiês publicados em dois eixos principais: Formas e tendências da narrativa brasileira contemporânea e Literatura, estudos de gênero e homoerotismo. Integra, como membro pesquisador, os Grupos de Pesquisa “Poesia e Contemporaneidade” (UFF), liderado pelas Profas. Ida Alves e Celia Pedrosa, que trabalha em parceria com o Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, da Universidade do Porto, bem como é membro do Grupo de Pesquisa “Literatura em Interfaces: transdisciplinaridade e interculturalidade (LINTERFACES)”, liderado pelo Profs. José Elias Pinheiro Neto e Viviane Faria Lopes, da Universidade Estadual de Goiás. Integra, desde 2020, o Comitê Editorial da Revista Texto Poético (ISSN 1808-5385), bem como também é membro do Grupo de Trabalho Teoria do Texto Poético (ANPOLL). A partir de 2022, passou a integrar o conselho editorial da Revista Convergência Lusíada, do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro. Tem interesse na área de estudos comparados sobre a narrativa brasileira e portuguesa contemporâneas, bem como na recente poesia portuguesa e brasileira, mais detidamente em poetas e escritores que passaram a publicar após os anos 2000. Desde sempre, dedica-se aos estudos comparados. Possui diversos artigos publicados sobre poetas e escritores brasileiros e portugueses contemporâneos sobre questões sintomáticas da contemporaneidade: escritas de si, hibridismo/hibridação, pós-autonomia, campo expandido. Fruto do segundo estágio pós-doutoral na UFF, o o livro “Adília Lopes, Roland Barthes e Outras Pessoas” está em fase de revisão e deve ser publicado no primeiro semestre de 2026.
Renata Soares Junqueira
Bacharel (1987), mestre (1992) e doutora (2000) em Letras, na área de Teoria e História Literária, pela Universidade Estadual de Campinas, e livre-docente (2010) pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), onde desde 1994 ensina Literatura Portuguesa na Faculdade de Ciências e Letras do campus de Araraquara. Realizou estudos de pós-doutorado na Universidade de Lisboa (2001-2002; 2003; 2004-2005; 2006-2007; 2007-2008) e na Universidade Nova de Lisboa (2010 e 2011). Nos últimos dez anos tem desenvolvido pesquisas sobre teatro moderno em geral, e teatro português em particular. Publicou o livro Florbela Espanca: uma estética da teatralidade (São Paulo, Editora da UNESP, 2003), e organizou os volumes Sobre as naus da iniciação: estudos portugueses de literatura e história (São Paulo, Editora da UNESP, 1998); Intelectuais portugueses e a cultura brasileira: depoimentos e estudos (São Paulo, Editora da UNESP, 2003); Verdade, amor, razão, merecimento: coisas do mundo e de quem nele anda (Curitiba, Editora da UFPR, 2005); O teatro no século XVIII: presença de Antônio José da Silva, o Judeu (São Paulo: Perspectiva, 2008); Manoel de Oliveira: uma presença (estudos de literatura e cinema) (São Paulo: Perspectiva, 2010). É coordenadora do Grupo de Pesquisas em Dramaturgia e organizadora da Semana de Estudos Teatrais da UNESP.
Rodrigo Xavier
Professor Associado (UFRJ – Departamento de Letras Vernáculas). Doutor em Letras (PUC-Rio – 2010) / Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio – 2005). Estágios pós-doutorais (UFF – 2013) e Universidade de Chicago (Fulbright Visiting Scholar – 2015/2016). Foi professor da Universidade Católica de Petrópolis (2005-2008), da UERJ-FFP (2008-2011) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2011-2018). Foi pesquisador PNAP da Fundação Biblioteca Nacional (2023). Tem concentrado suas investigações em dois eixos principais: Questões de estética e ética na Literatura (relações entre Literatura, Filosofia e Política) e Materialidades da Literatura. Desde 2016 vem contribuindo com a Cátedra Fernando Pessoa e o crítico Jerónimo Pizarro na apresentação crítica de documentos do espólio de Fernando Pessoa. É organizador de Nelson Rodrigues: Literatura, Política e Sociedade (2018); Autor de: Eça de Queirós Intelectual (2016); Fernando Pessoa: poemas mais publicados em vida (2022); A presença de Fernando Pessoa no Brasil (2024).
Sérgio Nazar David
Doutor em Teoria da Literatura (UFRJ, 2001), com Pós-Doutorado (Coimbra, 2006) sob a supervisão de Ofélia Paiva Monteiro. Professor Titular de Literatura Portuguesa (UERJ) e bolsista FAPERJ (Cientista do Nosso Estado). Presidiu a Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP) no biênio 2020-2021. É membro do Centro de Literatura Portuguesa (CLP) da Universidade de Coimbra (Equipe Garrett) e do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queiroz (Portugal). Autor de Onze Moedas de Chumbo (poesia, 7Letras, 2001), Freud e a Religião (ensaio, Jorge Zahar, 2003), A Primeira Pedra (poesia, 7Letras, 2006 – indicado ao Prémio Portugal Telecom 2006), O Século de Silvestre da Silva – Vol. I – Estudos sobre Garrett, A. P. Lopes de Mendonça, Camilo Castelo Branco e Júlio Dinis (ensaio, Lisboa, Editora Prefácio, 2007), O Século de Silvestre da Silva – Vol. II – Estudos Queirosianos (ensaio, 7Letras, 2007), Tercetos Queimados (poesia, 7Letras, 2014) e O Olho e Mão (poesia, 7Letras, 2018, com Ana Marques Gastão). Organizador das edições críticas de: Cartas de Amor à Viscondessa da Luz (RJ, 7Letras, 2004 – Famalicão, Edições Quasi, 2007), Correspondência Familiar (Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2012 – Menção Honrosa / Prémio Grémio Literário de Lisboa, 2012); Correspondência para Rodrigo da Fonseca Magalhães (Lisboa, Imprensa Nacional, 2016 – Menção Honrosa / Prémio Grémio Literário de Lisboa, 2016); e Filipa de Vilhena / A Sobrinha do Marquês (Lisboa, Imprensa Nacional, 2020), de Almeida Garrett. Colaborou/tem colaborado em diversos jornais, periódicos e cadernos literários: Colóquio Letras e Arquivos (Fundação Calouste Gulbenkian), Prosa e Verso (O Globo), Mais! (Folha de São Paulo), Poesia Sempre (BN do Rio de Janeiro), Revista Discursos (Universidade Aberta / Lisboa), Diário de Notícias (Lisboa), O Público (Lisboa), O Primeiro de Janeiro (Porto), Relâmpago, Nervo e Eufeme (Portugal). É consultor científico do CNPq, da CAPES e da FAPERJ.
Silvia Quinteiro
Sílvia Quinteiro é Professora Coordenadora da Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve, onde leciona desde 1994 e exerceu vários cargos de gestão, de entre os quais se destacam, a direção de cursos, direção de departamento, do Conselho Técnico-Científico, membro do Senado e membro do Conselho Geral da universidade. É mestre e doutora em Estudos Literários, na especialidade de Literatura Comparada, pela Universidade de Lisboa. Fundou e coordena o Grupo de Investigação em Literatura e Turismo: LIT&TOUR, desde 2012. É membro integrado do Centro de Investigação em Artes e Comunicação (Universidade do Algarve), membro da Cost Action Writing Urban Places, da Cost Action Social Sciences and Humanities for Transformation and Climate Resilience (SHiFT) e da Cost Action Slow Memory: Transformative Practices for Times of Uneven and Accelerating Change (SlowMemo), membro da Rede Entremeio: Rede de Pesquisa Geografia, Turismo e Literatura, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e colabora com o projeto LITESCAPE.PT, Atlas das Paisagens Literárias de Portugal Continental. É cocoordenadora da Rota Literária do Algarve, membro da equipa da Rota Saramago no Algarve e do projeto RUTIC: Mediterranean literature and landscape: application of new technologies for the design of literary walks (Universidades de VIC e Valência). É Editora da LIT&TOUR: International Journal of Literature and Tourism Research. É autora de várias publicações e comunicações científicas nacionais e internacionais.
Vanda Anastácio
Vanda Anastácio é professora associada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Coordenou o Gabinete Cultural da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna. É membro integrado do Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa e colabora regularmente com outros Centros de Investigação em Portugal e no Brasil. Entre as suas publicações destacam-se edições críticas de autores portugueses dos séculos XVI a XVIII. Nos últimos anos tem trabalhado sobre escritoras portuguesas anteriores a 1900. Entre as suas publicações contam-se Visões de Glória (Uma introdução à Poesia de Pêro de Andrade Caminha), 2 vols., (1998), Viagem à Ilha do Amor, do Cavaleiro de Oliveira (2001), as Obras de Francisco Joaquim Bingre, em 6 volumes (2000-2005), o Teatro Completo de Camões (2005) e a correspondência trocada entre a Marquesa de Alorna e a Condessa do Vimieiro (Cartas de Lília e Tirse [1771-1777], 2007). Em 2008 publicou, no Brasil, uma edição dos Sonetos da Marquesa de Alorna e, em 2009 publicou, em Portugal, a coletânea de ensaios A Marquesa de Alorna (1750-1839) Estudos. Em 2013 organizou a obra Uma Antologia Improvável? A escrita das mulheres (1495-1830), publicada pela editora Relógio d’Água. Publicou em 2015 uma antologia das Obras Poéticas da Marquesa de Alorna na Imprensa Nacional.
Vima Lia de Rossi
Vima Lia de Rossi Martin é doutora em Letras pela Universidade de São Paulo e professora de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na mesma instituição. Atua na graduação e na pós-graduação e é membra da Rede Não Cala (USP) e do GT Literatura e Ensino da ANPOLL. Publicou artigos acadêmicos em revistas nacionais e internacionais e em livros. É organizadora de Diálogos críticos: literatura e sociedade nos países de língua portuguesa (2005), O Brasil na poesia africana de língua portuguesa (2019) e Maria Aparecida Santilli: textos e contextos em Língua Portuguesa (2020); publicou os livros Literatura e marginalidade (2008) e Entre saberes (2024).